Quantified self sempre teve o mesmo pedágio: a planilha. Pra acompanhar peso, corrida, humor ou sono você precisava montar uma tabela, lembrar de preencher, e cuidar dela pra sempre. A maioria das pessoas desiste na segunda semana.
O CleverNote agora tira esse pedágio do caminho. Você anota um número do seu jeito, na linguagem que já usa, e o resto acontece sozinho.
Você escreve uma frase, ele monta a série temporal
“pesei 76,2 hoje”. “corri 7,5 km”. “dormi 6h”. “humor 7/10”. São frases normais, do jeito que você mandaria pra um amigo. O CleverNote lê, entende que ali tem uma auto-medição, e guarda o número com a data.
A partir da terceira vez que a mesma grandeza aparece, ela vira uma série temporal: uma sequência de pontos no tempo. E aí o gráfico de tendência aparece, automático. Nada de criar planilha, nomear coluna, escolher eixo. Você só viveu a sua vida e anotou; a curva é consequência.
A IA decide o que é métrica e o que não é. Um número que é dinheiro (“gastei 50 no mercado”) vai pra Finanças, não pra cá. Um número que é uma medição sua que tende a repetir (“pressão 12 por 8”) vira série. Você não configura essa fronteira: ela é entendida, não programada.
E agora a curva tem o visual que merece
Detectar a série era metade. A outra metade é você bater o olho e entender na hora. Acabamos de reformar essa parte inteira.
Cada métrica virou um card vivo. No topo, o valor mais recente, grande. Logo abaixo, quanto você mudou desde o começo (uma seta com a diferença), quantos registros já tem, e a faixa entre o mínimo e o máximo. Do lado, uma mini-curva que você lê sem nem clicar.
Abriu o card, vem o gráfico inteiro: uma curva suave com área preenchida, as linhas de referência do mínimo e do máximo, o ponto mais recente em destaque, e o valor de cada ponto ao passar o cursor. Embaixo, as notas que originaram cada registro, clicáveis. Porque no CleverNote todo número tem fonte: a curva não é um dado solto, é a sua própria memória, rastreável até a frase que você escreveu.
Um toque quando uma tendência nasce
Você não precisa ficar caçando suas métricas. Quando uma grandeza cruza o terceiro registro e vira tendência, o CleverNote te avisa: “nova tendência”. No painel inicial tem um card “Suas tendências” com as suas curvas mais recentes, e o aviso traz um atalho direto: “ver a curva”. Um toque e você está olhando o gráfico.
É a filosofia do CleverNote inteira num recurso só: você captura solto, do seu jeito, e a memória costura, organiza e te mostra na hora certa, sem virar mais uma coisa pra você administrar.
Corrigível numa frase, como tudo aqui
Errou um número? “esse peso era 76, não 67” conserta. Quer apagar um registro, mudar a unidade? Uma frase resolve. Suas correções valem mais que o palpite da IA, sempre, e ensinam o sistema a errar menos com você.
Anote o primeiro número hoje. Daqui a três você tem uma curva.
Perguntas frequentes
- Como o CleverNote sabe que um número é uma métrica?
- A IA julga sozinha se aquele número é uma auto-medição que você tende a repetir (peso, corrida, humor, sono, pressão, glicemia). Um número que é dinheiro continua indo pra Finanças. Você não configura nada nem muda como escreve.
- Quantos registros até virar gráfico?
- Três da mesma grandeza. A partir do 3º ponto a série aparece como curva. Esse corte evita que um número solto vire ruído, e é quando a tendência começa a fazer sentido visual.
- Preciso anotar sempre do mesmo jeito?
- Não. 'pesei 76,2', 'peso 76.2 kg', 'tô com 76 quilos' caem todos na mesma série. A IA normaliza a grandeza, então a curva não fragmenta por causa da forma como você escreveu.
- Quem vê minhas métricas de saúde?
- Só você. Peso, pressão, glicemia e humor ficam marcados como sensíveis e seguem a mesma governança do resto da sua memória: exportável, apagável e isolado por conta. Sem modelo local, sem treino com seus dados.
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